Elevado
à categoria de município pela Lei n° 1.025,
de 28 de abril de 1992, assinado pelo então governador
Edmundo Pinto, desmembrado dos municípios de Plácido
de Castro e Senador Guiomard (Quinari), localizado no vale do
rio Acre. Seus limites foram estabelecidos pela Lei n° 1.060,
de 09.12.92 que alterava o art. 1° da Lei n° 1.025.
O
município de Acrelândia foi instalado somente no dia
1° de Janeiro de 1993, após as eleições municipais
de 1992, com a posse do seu primeiro Prefeito, Vice-Prefeito e seus
primeiros vereadores.
O rio que passa pelas terras de Acrelândia é o Iquiri,
famoso por suas riquezas em água e peixes. O rio Abunã
é a sua divisa com a Bolívia. População:
estimada em 8.695 habitantes (dados do IBGE em 01/07/2003).
Assis
Brasil
Foi
fundado em 1° de março de 1963, por Vicente Bessa.
Sua autonomia veio com a Lei Estadual n° 588, de 14 de maio
de 1976, desmembrado do município de Brasiléia.
Sua área territorial está distribuída ao
longo do rio Acre. Limita-se com a Bolívia e o Peru e
com os municípios acreanos de Sena Madureira e Brasiléia.
População:
estimada em 3.667 (Dados do IBGE em 01.07.2003).
A
área de Brasiléia está à margem
esquerda do rio Acre, afluente do rio Purus. Limita-se com os
municípios acreanos de Xapuri, Epitaciolândia,
Assis Brasil e Sena Madureira. Faz fronteira com a Bolívia,
tendo como divisor o rio Acre, mantendo forte relacionamento
comercial e cultural com a vizinha cidade boliviana de Cobija.
O
atual município de Brasiléia foi fundado em 3 de julho
de 1910. Obteve sua autonomia através do Decreto Federal n°
968, de 21 de dezembro de 1938, quando ainda se chamava Brasília.
Passou a chamar-se Brasiléia no ano de 1943. População: estimada em 17.944 (Dados do IBGE em 01/07/2003).
Bujarí
Foi
elevado à categoria de município pela Lei n°
1.031 de 28 de abril de 1992, durante o governo de Edmundo Pinto,
em território desmembrado do município de Rio
Branco, situado no vale do rio Acre.
Seus limites foram estabelecidos pela lei n° 1.066 de 09
de dezembro de 1992, alterando o artigo 1° da Lei 1.031
de 28 de abril de 1992, ficando assim demarcados:
com o
Estado do Amazonas, com o município de Porto Acre, com o município
de Rio Branco e com o município de Sena Madureira. Ainda, de
conformidade com a Lei n° 1.031 de 28 de abril de 1992, o Bujari
foi instalado como município no dia 1° de janeiro de 1993,
dia da posse do seu primeiro Prefeito eleito em 1992 juntamente com
seu vice-prefeito e os vereadores. População: estimada em 6.641 (Dados do IBGE em 01/07/2003).
Capixaba
Desmembrado
dos municípios de Rio Branco e Xapuri, situado no Vale
do rio Acre, foi elevado à categoria de município
pela Lei n° 1.027 de 28 de abril de 1992, durante o governo
de Edmundo Pinto.
Teve seus limites estabelecidos pela Lei n° 1.062 de 09
de dezembro de 1992, alterando o art. 1° da Lei n° 1.027,
de 28 de abril de 1992, ficando assim demarcados:
com o município
de Rio Branco, com o município de Plácido de Castro, com
a Bolívia, com o município de Xapuri e com o município
de Senador Guiomard. Capixaba, só foi instalado como município no dia
1° de janeiro de 1993, mesmo dia da posse do seu primeiro prefeito,
vice-prefeito e seus primeiros vereadores, todos eleitos em 1992. População: estimada em 6.096 (Dados do IBGE em 01/07/2003).
Foi
fundado em 28 de setembro de 1904, por Gregório Thaumaturgo
de Azevedo.
A cidade de Cruzeiro, sede do município, situa-se às
margens do rio Juruá. O município de Cruzeiro
do Sul, o mais desenvolvido da região do Juruá,
possui a segunda maior cidade do Acre. Suas fronteiras são
com o Peru, com o Estado do Amazonas e com os municípios
acreanos de Mâncio Lima, Tarauacá, Rodrigues Alves
e Porto Walter.
A
cidade de Cruzeiro do Sul é banhada pelo Juruá.
O Município Histórico – Era habitado por diversas
tribos indígenas da família dos “Nauas”
que pela sua ferocidade era temida por todos os exploradores e outras
tribos ainda existentes tais como: Moácas, Araras, Campos e
Colinas.
Em 1857, tiveram início as expedições, quando
o diretor de índios, João da Cunha Corrêa, atingiu
a foz do Rio Juruá-Mirim. O geógrafo inglês William
Chandless, em 1876, atingiu às alturas do Campinas, em exploração
científica, recuando dali diante de ataques dos indígenas.
Várias outras expedições foram realizadas, proporcionando
o início do povoamento da região pelos brasileiros,
que se concluiu, praticamente, com a formação dos seringais,
em face da grande imigração de nordestinos, que prejudicados
pelo fenômeno da seca, abandonaram os sertões no decorrer
dos anos de 1877 a 1888. Em 1898, os primeiros caucheiros peruanos
começaram a aparecer e, em 1902, o comissário peruano
Carlos Vazquez Cuadra estabelece-se à foz do Rio Amônea,
verificando-se, em conseqüência, vários choques
entre nacionais e peruanos.
Com o Tratado de Petrópolis firmado em 17 de novembro de 1903,
a região passou definitivamente ao Brasil.
A instalação do município ocorreu no dia 7 de
setembro de 1904, com a chegada do primeiro prefeito, o então
coronel do Exército Nacional Gregório Thaumaturgo de
Azevedo. A cidade de Cruzeiro do Sul, sede definitiva do município,
foi fundada em 28 de setembro de 1904, no local primitivamente ocupado
sob a denominação de “Centro Brasileiro”.
As contendas entre brasileiros e peruanos tiveram fim com a expulsão
destes, estabelecidos em posto militar na foz do rio Amônea,
após forte combate travado, naquele local, no dia 5 de novembro
de 1904, entre tropas brasileiras do 15° Batalhão de Fronteiras
do Exército, reforçadas pela ajuda dos proprietários
importantes dos arredores e as forças peruanas do posto militar,
que totalizavam 80 homens armados e municiados” (IN: MATTOS,
General João Baptista de. Os monumentos Nacionais: Território
do Acre. Rio de Janeiro, Imprensa do Exército, 1961).
Antes de sua fundação, em 28 de setembro de 1904, Cruzeiro
do Sul era um pequeno povoado chamado de “Centro Brasileiro”.
Na sua fundação, Cruzeiro do Sul foi elevada à
categoria de vila. Em 31 de maio de 1906 foi considerada cidade, e
a 23 de outubro de 1912 passou a ser a sede do município do
Juruá (atual município de Cruzeiro do Sul). População: estimada em 73.488 (Dados do IBGE em 01/07/2003).
Epitaciolândia
Foi
elevado à categoria de município pela Lei n°
1.026 de 28 de abril de 1992, desmembrado do município
de Brasiléia e de Xapuri, durante o governo de Edmundo
Pinto.
Teve seus limites estabelecidos pela Lei n° 1.061 de 09
de dezembro de 1992, alterando o art. 1° da Lei n° 1.026
de 28 de abril de 1992, ficando assim demarcados: com o município
de Brasiléia, com o município de Xapuri e com
a Bolívia.
Epitaciolândia
está localizada nas terras do antigo seringal Bela Flor. No
governo de José Augusto, em 1° de março de 1963,
foi considerado pela Constituição Estadual como município
de Epitácio Pessoa (daí o nome Epitaciolândia),
mas sua efetivação como município não
aconteceu, devido aos interesses de políticos e de comerciantes
de Brasiléia, continuando como Vila Epitaciolândia, vinculado
à Brasiléia até 28 de abril de 1992, quando a
Lei Estadual n° 1.026 a transformou em município, ganhando
autonomia política.
Epitaciolândia foi instalado como município em 1°
de janeiro de 1993, por ocasião também da posse do seu
primeiro prefeito, José Ronaldo Pessoa Pereira, vice-prefeito
e vereadores. De acordo com o artigo 17 da Constituição
do Acre, os vereadores eleitos em 1992 foram em número de nove. População: estimada em 12.137 (Dados do IBGE em 01/07/2003).
Feijó
Fundado
em 3 de maio de 1906, por Raimundo Augusto de Araújo,
obteve sua autonomia através do Decreto n° 968, de
21 de dezembro de 1938.
A cidade de Feijó, sede do município de Feijó,
é banhada pelo rio Envira, afluente do rio Tarauacá.
O município de Feijó tem uma área territorial
de 19.632 km2.
Limita-se
ao norte com o Estado do Amazonas. Limita-se com os municípios
acreanos de Tarauacá, Jordão, Manuel Urbano e Santa
Rosa. Ao sul limita-se com o Peru.
População: estimada em 29.480 (Dados do IBGE em 01/07/2003).
Jordão
Foi
elevado à categoria de município pela Lei n°
1.034, de 28 de abril de 1992, desmembrado do município
de Tarauacá, situado no vale do Juruá, durante
o governo de Edmundo Pinto.
Jordão foi instalado como município em 1°
de janeiro de 1993, juntamente com a posse do seu primeiro prefeito,
vice-prefeito e vereadores.
De
acordo com o artigo 17 da Constituição do Estado do
Acre, os primeiros vereadores eleitos de Jordão, em 1992, foram
em número de nove. População: estimada em 4.529 (Dados do IBGE em 01/07/2003).
Mâncio
Lima
Foi
fundado em 1° de março de 1963, por Mâncio
Rodrigues Lima. Obteve sua autonomia através da Lei Estadual
n° 588, de 14 de maio de 1976. Está às margens
do rio Moa. Limita-se com os municípios acreanos de Cruzeiro
do Sul e Rodrigues Alves. Faz também fronteiras com o
Peru e com o Estado do Amazonas.
População: estimada em 12.097 (Dados do IBGE em 01/07/2003).
Manoel
Urbano
Seu
nome é em homenagem a Manuel Urbano da Encarnação,
navegador do rio Purus no século XIX. É banhado
pelos rios Chandless e Purus. A cidade de Manuel Urbano está
situada à margem esquerda do rio Purus. Foi fundado em
1° de março de 1963, por Adelson Mendes de Araújo.
Obteve sua autonomia através da Lei Estadual n° 588,
de 14 de maio de 1976, quando passou a município, sendo
desmembrado de Sena Madureira.
Manuel
Urbano limita-se com o Estado do Amazonas, ao norte, e com os municípios
acreanos de Sena Madureira, Santa Rosa e Feijó. Ao sul limita-se
com o Peru. População: estimada 6.905
(Dados do IBGE em 01/07/2003).
Marechal
Thaumaturgo
Foi elevado à categoria de município pela Lei
n° 1.029, de 28 abril de 1992, desmembrado de Cruzeiro do
Sul, situado no Vale do Juruá, no governo de Edmundo
Pinto. Teve seus limites estabelecidos pela Lei n° 1.064
de 9 de dezembro de 1992, ficando assim demarcados: com o município
de Porto Walter, com o município de Tarauacá,
com o município de Jordão.
Com
o Peru, seus limites “começam no encontro do divisor
de águas entre os rios Juruá e Tarauacá com o
limite internacional, segue pela fronteira internacional até
o marco Brasil/Peru n° 48, localizado próximo à
nascente do igarapé Triunfo, ponto de partida”. A instalação
do município de Marechal Thaumaturgo aconteceu no dia 1°
de Janeiro de 1993 juntamente com a posse do seu primeiro prefeito,
vice-prefeito e vereadores, todos eleitos em 1992. População: estimada em 8.362 (Dados do IBGE em 01/07/2003).
Plácido
de Castro
Foi
fundado em 1° de março de 1963. Foi elevado à
categoria de município pela Lei Estadual n° 588
de 14 de maio de 1976. Está situado à margem
esquerda do rio Abunã (afluente do rio Madeira). Limita-se
com a Bolívia e com os municípios acreanos de
Capixaba, Senador Guiomard e Acrelândia.
População: estimada em 16.031 (Dados do IBGE em 01/07/2003).
Porto
Acre
Foi elevado à categoria de município
pela Lei n° 1.030 de 28 de abril de 1992, durante o governo
de Edmundo Pinto. Foi desmembrado do município de Rio
Branco. A cidade de Porto Acre, sede do município de
Porto Acre, está situada às margens do rio Acre.
Teve
seus limites estabelecidos pela Lei n° 1.065 de 9 de dezembro
de 1992, assinada pelo então governador Romildo Magalhães,
que alterava o artigo 1° da Lei n° 1.030 de 28 de abril de
1992. População: estimada em 12.116 (Dados do IBGE em 01/07/2003).
Porto
Walter
Foi elevado à categoria de município
pela Lei n° 1.033 de 28 de abril de 1992, desmembrado
de Cruzeiro do Sul, durante o governo de Edmundo Pinto. Fica
situado no vale do Juruá.
Teve seus limites estabelecidos pela Lei n° 1.068 de 9
de dezembro de 1992, assinada pelo então governador
Romildo Magalhães, que alterou o artigo 1° da Lei
n° 1.033 de 28 de abril de 1992.
A
instalação do município de Porto Walter aconteceu
no dia 1° de janeiro de 1993, quando da posse de seu primeiro
prefeito, vice-prefeito e vereadores, eleitos nas eleições
de 1992. De acordo com o artigo 17 da Constituição do
Estado do Acre, os vereadores eleitos em 1992 foram em número
de nove.
Porto Walter está às margens do rio Juruá. Foi
conhecido pelo nome de Mário Lobão. Em 1976, Porto Walter
foi elevado à categoria de Vila pelo Decreto Estadual de n°
76, de 11 de junho de 1976. População: estimada em 5.189 (Dados do IBGE em 01/07/2003).
Rodrigues
Alves
Foi
elevado à categoria de município pela Lei n°
1.032 de 28 de abril de 1992, desmembrado dos municípios
de Cruzeiro do Sul e Mâncio Lima, durante o governo
de Edmundo Pinto. Está localizado no vale do Juruá.
Teve seus limites estabelecidos pela Lei n° 1.067 de 9
de dezembro de 1992,
assinada pelo então governador Romildo Magalhães, que
alterou o artigo 1 da Lei n° 1.032 de 28 de abril de 1992. A instalação
do município Rodrigues Alves aconteceu no dia 1° de janeiro
de 1993. População: estimada em 8.540 (Dados do IBGE em 01/07/2003).
Santa
Rosa do Purus
Foi elevado à categoria de município
pela Lei n° 1.028 de 28 de abril de 1992, desmembrado
do município de Sena Madureira, durante o governo de
Edmundo Pinto. Está situado no vale do Purus.
Teve seus limites estabelecidos pela lei n° 1.063 de 9
de dezembro de 1992, assinada pelo então governador
Romildo Magalhães, que alterou o artigo 1° da Lei
n° 1.028 de 28 de abril de 1992.
A
instalação do município de Santa Rosa aconteceu
no dia 1° de janeiro de 1993, durante a posse do seu primeiro
prefeito, vice-prefeito e dos seus primeiros vereadores, eleitos em
1992. De acordo com o artigo 17 da Constituição do Estado
do Acre, os primeiros vereadores, eleitos em 1992, foram em número
de nove. População: estimada em 2.729 (Dados do IBGE em 01/07/2003).
Sena Madureira
Foi
fundado em 25 de Setembro de 1904, por Siqueira de Menezes.
Vejamos como o escritor Antônio José Souto Loureiro
narra o acontecimento da fundação de Sena Madureira,
capital do Departamento do Alto Purus:
“O governo brasileiro, pelo Decreto n. 5.188, de 7 de
abril de 1904, organizou o Território do Acre (...)
O
então coronel José Siqueira de Menezes estivera na região
do Acre, em 1903, em missão militar, face a invasão
peruana, tendo subido além do rio Chandless (...) Segundo Riquet
Nogueira, a 9 de julho de 1904, já com a patente de General
de Brigada e o comando em chefe das forças em operações
contra os peruanos, Siqueira de Menezes partiu de Manaus, com destino
ao Acre, onde deveria estabelecer uma capital para o Departamento
que iria dirigir (...) Viajava a bordo da lancha “24 de Janeiro”,
acompanhado de seu estado maior, composto pelos capitães Adolfo
Lins e João Siqueira de Menezes; pelos primeiros tenentes Epaminondas
Tebano Barreto, Carlos Paes de Figueiredo e João Xavier do
Rego Barros e pelos alferes Bias Gomes Pimentel e Virgilio Gomes de
Almeida (...) A esta altura, como já relatamos, a tensão
com o Peru era perigosa. Em Manaus estavam estacionados diversos batelões
e parte da Armada Nacional. Na Boca do Pauini (rio) aquartelava-se
o 40° de Infantaria, e em Boca do Acre, uma ata do 27°. A
vista destes dispositivos, Siqueira de Menezes dava como certa a sua
entrada em luta com os peruanos, sendo grande o seu desapontamento
ao chegar em Boca do Acre, em fins de agosto de 1904, e encontrar
um ofício do Barão do Rio Branco comunicando-lhe a sua
destituição do comando geral das forças, pois
já fora assinada a convenção de arbitramento,
cessando o perigo de guerra com o país vizinho (...) A viagem
continuou, chegando os expedicionários à Boca do Iaco
(rio) no dia 21 de setembro de 1904, após setenta e quatro
dias de percurso (...) No dia seguinte, em canoa, toda a comitiva
foi ter à localidade de Boca do rio Cayaté (Caeté),
onde gastaram dois dias preparando as acomodações necessárias
(...) A 24 de setembro de 1904, o general Siqueira de Menezes, herói
de Canudos, atravessou a Linha Cunha Gomes, e aportou a um local,
à margem esquerda do Iaco (rio), terra firme, logo escolhida
para a localização da futura sede do Departamento, onde,
no mesmo dia, uma turma de 50 trabalhadores iniciou a limpeza do terreno
e o levantamento de um “Tapiry” de cinco metros quadrados,
que serviria de sede provisória para a prefeitura do Alto Purus”
(LOUREIRO, Antônio José Souto. A Gazeta do Purus. Manaus,
Imprensa Oficial, 1986, p.p. 67-68). População: estimada 31.029 (Dados do IBGE em 01/07/2003).
Senador
Guiomard
Foi fundado em 1° de março de 1963,
por Raimundo Januário de Souza Soares. Foi elevado
à categoria de município através da Lei
Estadual n° 588, de 14 de maio de 1976.
Senador Guiomard, nome dado em homenagem ao ex-senador da
República e ex-governador do Acre José Guiomard
dos Santos, é mais conhecido popularmente por QUINARI.
.
Possui
uma área territorial de 2.780 km2. Faz fronteiras com o Estado
do Amazonas e com os municípios acreanos de Acrelândia,
Plácido de Castro, Capixaba, Rio Branco e Porto Acre População: estimada em 21.174 (Dados do IBGE em 01/07/2003).
Taraucá
Foi
fundado em 1° de outubro de 1907, por Antônio Antunes
de Alencar. É um dos mais antigos da região
do vale do Juruá. Seu rio principal é o Tarauacá.
Possui uma área territorial de 19.840 km2. Faz fronteiras
ao norte com o Estado do Amazonas e com os municípios
acreanos de Jordão, Marechal Thaumaturgo, Porto Walter,
Cruzeiro do Sul e Feijó.
População: estimada em 26.834 (Dados do IBGE em 01/07/2003).
Xapuri
Local
onde o seringalista Manoel Damasceno Girão ocupou para
formar seu seringal no ano de 1894. Foi elevado à categoria
de Vila em 25 de agosto de 1904. Em 22 de março de
1905 foi considerada cidade, situada às margens do
rio Acre.
Xapuri tornou-se município pelo Decreto n° 9.831
de 23 de outubro de 1912. Foi instalado como município
somente em 1° de abril de 1913. Chamava-se Mariscal Sucre
antes da Revolução Acreana.
População: estimada em 12.357 (Dados do IBGE em 01/07/2003).