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Palácio
Rio Branco
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É
o mais belo Palácio do Estado. Em 1912 para abrigar a
se da prefeitura departamental do Acre, foi construído
no alto da praça Tavares Lyra hoje praça Eurico
Dutra um belo casarão de madeira.
Hugo Carneiro governador na época propôs o rompimento
com as rotineiras construções em madeira, as quais
caracterizava como de má aparência e pouca duração. |
O Projeto
do novo palácio era a menina dos olhos do governador Hugo carneiro,
que contratou profissionais Alemães para supervisionar todas
as etapas da obra, idealizou escadas de mármore carrara, pisos
em madeira de lei do Pará.
Em 15 de julho de 1929 foi lançada a pedra fundamental do Palácio
Rio Branco, inicia a obra do governador que queria construir um Acre
em alvenaria, Acre que resistiria ação destruidora dos
tempos e a poeira das cidades. Um ano depois de lançada a pedra
fundamental na mesma data 15 de junho foi inaugurado o imponente Palácio
Rio Branco.
A partir daí então o Palácio tornou-se a principal
referência do poder político do território. Ali
além de despachar, moraram os muitos governadores que se sucederam
a frente do governo territorial.
Apesar de grande importância funcional e simbólica do palácio
ele continuou inacabado durante muitos anos, ainda sendo construído
aos poucos.
A Medida em que observamos o palácio Rio Branco, não enquanto
um prédio isolado no centro da cidade, mas sim quando observamos
juntamente com as praças e arquitetônica e paisagística
daquele conjunto de construção para a população
acreana para a atual configuração urbana da cidade de
Rio Branco.
Em 1999 ao iniciar o governo de Jorge Viana, a situação
de conservação do palácio Rio Branco era muito
ruim, o atual governo decidiu então que havia chegado a hora
de dar fim a degradação e descaracterização
desse patrimônio histórico do povo acreano então
iniciou-se um processo de restauração do imóvel
respeitando suas características históricas e respeitando
seu inegável valor político, arquitetônico e histórico.
Localizado na Rua Benjamim Constant, em frente
a praça Eurico Gaspar Dutra, centro
Gameleira
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Árvore histórica. Em dezembro de 1882, à sombra de uma árvore acampou o corajoso desbravador Neutel Maia. Nesse local, numa curva do Rio Acre, o desbravador nordestino, fundou o Seringal Volta da Empresa, origem da cidade de Rio Branco, atual Capital do Acre. Hoje, mais de um século depois, a gameleira é uma frondosa árvore com mais de 2,5m de diâmetro no tronco, |
| com 20m de altura e, com o sol a pique, sua sombra tem por volta de 30m de diâmetro. Pelo fato de haver agasalhado os primeiros povoadores da cidade e ter apreciado duas batalhas da Revolução Acreana, que se travaram ao seu redor, a Gameleira é considerada árvore histórica e através do Decreto Municipal n.º 752 de 28 de dezembro de 1981 foi tombada, transformando-se num monumento histórico. |
Rua Cunha Matos - 2º Distrito
Igrejinha de Ferro
Único marco histórico - religioso da Revolução
Acreana, é um monumento à fé e a religiosidade
do povo acreano. Idealizada pelo proprietário do Seringal
Bom Destino, Joaquim Victor, para cumprir promessa a Nossa Senhora,
caso Plácido de Castro saísse vitorioso da Revolução
Acreana, juntamente com seus seringueiros, construiu um monumento
eterno, em homenagem à mãe de Jesus. Construída
no Seringal Bom Destino, logo após a Revolução
Acreana, com chapas galvanizadas de ¼ de espessura, firmadas
por parafusos engraxados, com duas paredes, sendo a externa escalonada,
para evitar o calor da região, o assoalho, também
de ferro, torre, altar e alguns bancos, tudo para não acabar
mais. Todas as peças foram pré-fabricadas na Alemanha
e montadas por dois engenheiros alemães.
Com a desativação da sede antiga do seringal, a igrejinha
assim abandonada. Foi a partir de uma reportagem de Frei José
Maria Carneiro de lima no ”O Jornal” da década
de 70, sobre a existência de uma igrejinha de ferro única
no mundo, erguida no Acre, no seringal Bom destino, que o comandante
do 4º Batalhão especial de fronteira decidiu traslada-la
para o quartel, em 1980, onde permanece até hoje.
Localizada:
Rua Colômbia - Bosque - 4.º Batalhão de Infantaria
e Selva.
Catedral
Nossa Senhora de Nazaré
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Construção em estilo romano - basilical. Teve sua construção iniciada em 1948, com o projeto de autores italianos e construída sob orientação do mestre de obras João Luiz da Silva. Inaugurada em 1959. No seu interior, possui três naves separadas com 36 vitrais coloridos na parte superior e 11 na inferior, doados por famílias acreanas; |
um mausoléu protegido com grades de ferro, com lápide demarcativa em granito, guarda os restos mortais do Bispo Dom Giocondo Maria Grotti; a abóbada em arco, sustentada por 26 colunas é pintada em carmesim e branco. Na nave principal, encontram-se quatro altares, sendo um com entalhe em madeira e em painel da Sagrada Eucaristia; a cátedra do Bispo; a cadeira do sacerdote, entalhada em madeira com representação do Juízo Final, formando uma belíssima obra de arte. No alto a imagem de Cristo Crucificado encimando a mesa de celebração. A parte exterior é formada por frontões, cruz e adro. |
Localizada:
Praça da Catedral - Centro.
Praça
Rodrigues Alves
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Localizada
no centro da cidade, em frente ao quartel da Policia Militar do
Estado do Acre. É Conhecida também como praça
Plácido de Castro pois nessa praça foi erguida em
1964, a estátua de Plácido de Castro em Homenagem
ao herói da revolução Acreana. Já em
1980 mais monumento, a Bíblia Sagrada passava a Fazer parte
da praça, foi uma homenagem dos evangélicos e da prefeitura
Municipal de Rio Branco ao Livro Sagrado. |
A Praça é a mais arborizada da cidade e Possi várias
espécies regionais como: Açaí, Ipê, Tamarindo,
Jambo, mangueiras e palmeiras. É um lugar onde acontecem
sempre exposições de plantas, artesanato, apresentações
de danças folclóricas e bandas locais.
Hoje a praça é freqüentada por estudantes e pela
juventude de Rio Branco.
Localizada:
entre a Av. Brasil e a Rua Rui Barbosa, no centro da cidade.
Museu
da Borracha
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O Museu da Borracha foi instituído pelo Decreto Estadual n.º 30, de 03 de abril de 1978 e inaugurado em 05/11/78. É um espaço cultural, dinâmico, destinado a coletar, pesquisar, conservar, expor e divulgar os testemunhos da cultura material e espiritual do Acre para fins de estudo, educação e lazer.
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| O acervo do museu reúne peças de Arqueologia, Paleontologia, História, coleção de manuscritos e documentos referentes História do Acre. Atende aos visitantes, comunidades, estudantes e professores. Possui também um auditório que dispõe de 60 lugares. |
Local: Av. Ceará, 1177 - Centro. Horário: de 3º
a 6º feira das 8h às 18h; sábados e domingos
das 15h às 19h.
Quartel
do Comando geral da Policia Militar
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A construção desse patrimônio foi iniciada em 15 de maio de 1928 e concluída em 15 de Novembro de 1929 no governo Hugo Carneiro, ainda como Quartel da Força Policial do território do Acre. Construído pelos soldados da força policial, com economias da própria corporação, as Obras de construção foram dirigidas pelo major Djalma Dias Ribeiro, Comandante da Força Policial.
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Antiga sede da Guarda Territorial, é um dos prédios mais imponentes do "Acre antigo". Com a elevação do Território do Acre a categoria de Estado, tornou-se a sede do Quartel da Polícia Militar.
Hoje funciona a parte burocrática e o alto comando da instituição. Em frente ao quartel, está localizada a Praça Rodrigues Alves (Plácido de Castro), que é a mais estruturada e arborizada da cidade. Ao lado está localizada a sede da Prefeitura Municipal de Rio Branco. |
Localiza-se
entre a Av. Brasil e a Rua Rui Barbosa, no centro da cidade.
Cine
teatro Recreio
Construído
em 13 de junho de 1948, com o nome de Cine Éden, em alvenaria
e madeira de lei, em estilo próprio da época, no periodo
áureo da borracha. Em 1987 foi restaurado para promover apresentações
teatrais, shows musicais, palestras e cursos de dança.
Localizado
na rua Sen. Eduardo Assmar a 1 km do centro
Horário: das 08h às 18h de 2º a 6º feira
Lápide
à Plácido de Castro
Construída por seus admiradores e amigos, em homenagem ao
grande herói da Revolução Acreana, na qual
teve participação decisiva na consolidação
do território como terras brasileiras. Local onde tombou
a 11 de agosto de 1908. Em volta da lápide demarcativa o
Exército Brasileiro colocou uma corrente para proteção.
O acesso a esse local pode ser feito de carro, pela estrada
do Amapá ou de barco de pequeno porte, subindo o Rio Acre.
Praça
dos Seringueiros
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É um local bastante arborizado enfeitando a paisagem do centro
da cidade, com bancos de cimento e um coreto, que aos domingos vários
artistas da terra mostram seus trabalhos e a cultural regional.
É também em frente a esta praça que se realiza
de maio a outubro, a feira de artesanato e comidas típicas
(a Feirinha). |
É bastante visitada pela comunidade local como centro de
lazer, principalmente durante a realização da "Feirinha
de Artesanato".
Localiza-se entre a Av. Getúlio Vargas com a Rua Arlindo
Porto Leal, atrás do Palácio Rio Branco.
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